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| Um casal de respeito!! | |
| Data: 7/1/2010 | |
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Sou executivo da área de marketing e por conta do trabalho viajei para alguns lugares do Brasil e para alguns outros países da América do Sul. Numa dessa viagens, em 2003 conheci a cidade de Goiânia, capital do estado e próximo a Brasília-DF, onde vivi a minha primeira experiência. Digo assim, mas não sou lá tão experiente nessa área, até hoje – por ser casado, 35 anos e 3 filhos, minha esposa não curte, só vivi apenas duas experiências do tipo, das quais me recordo plenamente todos os dias. Bom, daquela oportunidade fiquei hospedado num elegante hotel no centro da cidade, próximo a um suntuoso prédio da Igreja Universal. Ao fim de mais um dia de trabalho e de reuniões importantes, fomos todos – um grupo de amigos – incluindo o Presidente da instituição a qual ainda hoje presto serviços esporádicos, a um barzinho com comidas típicas cearenses, nordestinas. Com o passar das horas passei a prestar mais atenção e a cruzar olhares com uma linda mulher, loira, madura, uma bunda maravilhosa e um olhar penetrante – que me paralisava. Acredito que ela devia ter uns 53 anos mais ou menos. O ambiente fervilhava, era dia de semana, mas o lugar estava cheio de gente, com muitas pessoas bonitas e música ambiente. Aquela bela senhora estava acompanhada do marido, que estava de costas para mim e isso me impedia de tomar uma decisão mais explícita, correndo o risco de arrumar uma grande confusão ou mesmo – o mais importante, de ser desrespeitoso com aquele homem, o que em momento algum passava pela minha cabeça. Consegui com um gesto meio tímido fazer um sinal com a mão, simulando um telefone e ela acendeu com a cabeça que sim. Aquilo fez fervilhar meu coração. Tomei um gole de uísque com guaraná (embora beba muito pouco, apenas socialmente) e olhei novamente para aquela mulher elegante e linda, foi quando ela fez um sinal tipo assim: vem cá, e levantou-se indo em direção ao banheiro. Levantei-me da cadeira como que num pulo e na porta do banheiro, entre o feminino e o masculino ela me deu rapidamente um papelzinho, contendo o número do seu celular. Nem entrei no banheiro e fui para cerca de 50 metros distante daquele bar, onde havia menos barulho e digitei aqueles números. Ao telefone me identifiquei. Sou Alex. E a convidei imediatamente para sair e conversarmos um pouco, explicando com delicadeza o fato de ela estar acompanhada e os meus temores de não ser indelicado e tampouco inconveniente. Márcia respondia-me gentilmente e aceitou de imediato o meu convite, sua maneira carinhosa me forçava a perguntar-lhe diretamente: Mas e seu marido, vai junto? Ele é bi? E ela ia me respondendo, pela ordem: Sim e não. Aí nos encontramos na esquina daquele bar e conversamos várias horas. Márcia, dona de casa e Antônio, representante de comercial, me contaram que eram liberais. Um dia Antônio – em respeito a mulher, assistia e participava pouco, pelo desfrute e tesão de sua companheira e em outras ocasiões era o contrário. Que casal!! Que elegância!! Que amor!! Levei-os ao meu Hotel e Fizemos amor bastante tempo. Ele assistia e se masturbava. Ela gemia e gritava. Eu falava ao seu ouvido e parecia explodir de tanto tesão. Penetrei aquela mulher como nunca havia penetrado ninguém. Num fato incomum gozamos os três juntos, senti o esperma daquela mulher de respeito descer pelo meu membro e olhei para o lado, com ela por cima de mim, percebi que seu parceiro, havia gozado também. Que noite. “Quero mais!!” disse-me ela ao ver que seu marido havia me deixado o seu telefone. Uma pena, pois aquele já era o meu último dia na cidade e não pude vê-los de novo. Resido não muito distante de BH, porém no estado do Rio, mas sou mineiro de nascimento. Agora quero conhecer pessoalmente o Swing Club BH e devo fazê-lo ainda neste mês de Janeiro de 2010 para conhecer, sem compromisso e com muito respeito, outros casais elegantes assim, que fazem-me gostar mais da vida e ter a certeza de que quando chegamos ao clímax, voltamos por aqueles poucos segundos de transe, ao nosso criador e ao universo infinito. Tenho algumas dificuldades pois minha esposa não aceita essa idéia ainda e isso nos atrapalha, até mesmo no relacionamento. Ademais, percebo uma discriminação, o termo não é bem esse, em relação aos “solteiros” embora eu não seja um deles, na prática do swing e ménage. Em verdade, os curiosos são muitos e atrapalham, mas por participar sozinho, sem minha esposa ainda, sinto essa desconfiança – e muito prudente por sinal, em alguns casais, que mesmo querendo praticar ménage, têm dificuldades em encontrar alguém bacana. Essa é minha dificuldade no momento, encontrar um casal educado, legal!! Alex. |
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| melhora a relaçao mt.br@hotmail.com | |
| oi. gostaria de perguntar se melhorou sua relaçao conjugal depois disso.voce achou que foi a melhor saída para apimentar seu relacionamento com sua esposa?sou viuva.fui muito feliz com meu marido.tinhamos ótima relaçao.um abraço. maria tereza | |
| que tesão heinn prometeu23@hotmail.com | |
| Meu marido ficou cheio de tesão e eu tb. Estamos procurando alguém assim, discreto, muito respeitador e educado. adorei a sua história. Parabéns!! | |
| ok xxxxxxxxxxxx | |
| Só uma perguntinha,vc já falou para sua esposa que teve esse caso? Se já meus parabéns,agora se não ,rapaz duvido muito do seu conto, pois a casados no relato que gostam apenas de ter casos com mulheres dos outros e não deixam que as suas esposas participem por motivo de ciúmes...até mais ass:solteiros,,,, | |